Provavelmente, escrito por um homem.
"A única forma de uma mulher estar 100% satisfeita, é tendo 4 tipos de homens diferentes. São eles:
Um mais velho. Porque ele senta no sofá com ela, gasta sua aposentadoria em presentes pra ela, oferece abraços e palavras de consolo e não espera fazer sexo porque, bem, ele já desistiu dessa atividade faz tempo. Dele, a mulher obtém segurança.
Um cara feio. Esse faz qualquer coisa pela mulher: pega as crianças na escola, faz compras de última hora, lava o carro dela nos fins de semana, toma conta do cachorro quando ela viaja. Tudo que a mulher precisar ele faz porque está felicíssimo de uma mulher tão bonita dar atenção a ele. Dele, a mulher obtém tempo livre para ela mesma (já que ele faz tudo que ela precisa fazer).
O atleta sexual. Bem, vocês sabem o que se pode conseguir dele. Ele é fortão, não muito esperto, não dá pra conversar com ele, mas tem músculos saindo até da sobrancelha, e só de vê-lo, uma mulher já sabe que dá pra resolver determinados problemas de sua vida. Não é grande sacrifício pra ele, que ficará contente em satisfazer uma mulher. Sexo animal, é isso que ele vai proporcionar.
O cara gay. Alguém que vai comprar roupas com ela, que vai fazer comentários sobre o presentinho do cara mais velho, saber pra onde você mandou o cara feio ir e o que exatamente o atleta sexual fez na noite anterior. Com o cara gay, a mulher tem todo tipo de conversa do mundo.
Esses quatro homens DEVERIAM trazer a felicidade. Pondo no condicional porque, para as mulheres, felicidade nunca é certeza."
quinta-feira, 10 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Ainda confusa, mas tão tranquila e tão contente
Nossa... Um ano, dois meses e algumas mazelas depois, lembrei que um dia criei este blog, um dia postei neste blog, um dia me compromissei com este blog. Hoje, sem muito a fazer e fuçando as diversas pastas que escondo em "Meus Documentos", encontrei os restos mortais de "Benditas Coisas" e dei-me conta de que uma vida de um único dia é muito curta até para um blog.
Mais uma vez falando sobre a vida... É, acho que é só sobre a vida que posso falar, hoje, como era somente sobre ela que pude falar há um ano e dois meses. Sei lá, é mania, já. Converso sobre a vida até com meu alter-ego. Na realidade, acho que este blog é uma extensão do meu alter-ego. É feito por mim, para mim - ainda que o meu objetivo não seja torná-lo um "Querido Diário".
A vida é ex-tra-or-di-ná-ria, não é mesmo? É impressionante como ela rodeia, brinca, irrita, faz graça. Chego a acreditar que qualquer esforço que façamos pelo equilíbrio é mais um motivo de chacota para a vida. Ela muda o estado de espírito de qualquer um, seja para o bem, seja para o nem-tão-bem-assim.
Claro que acredito que isso dependa da forma como enxergamos a vida, também. Quanto mais valor damos a ela, mais somos afetados e bombardeados com suas provocações. E, talvez, em um dia, possamos ver essas tais provocações como positivas, enquanto noutro não vão nos passar de meras bobagens, catástrofes e afins.
De qualquer forma, é impressionante como ela brinca conosco. Na nossa vida ou na vida alheia. Ela nos encanta com crianças nascendo, filhotes de animais aprendendo a andar e sorrisos de pessoas que acreditamos não terem motivos para sorrir. Mas ela também nos envergonha com a ganância dos homens, com um crime violento passando na TV e a superficialidade do agora. É o "sacode" que a vida nos dá para decidirmos rápido se iremos viver ou apenas existir.
Existir é triste. Viva, criatura! Nada mais do que justo viver. Ainda tem gente que cisma em existir. Fala que a vida o obriga a isso, porque tem um dia-a-dia agitado, sem tempo para nada, sempre a "mesma mesmice"... O cotidiano é uma espécie de cadeia que te tranca atrás das grades da existência eterna e, como se não bastasse, da infelicidade e insatisfação?
Viver é bom. Seja grato por isso e apenas viva.
Mais uma vez falando sobre a vida... É, acho que é só sobre a vida que posso falar, hoje, como era somente sobre ela que pude falar há um ano e dois meses. Sei lá, é mania, já. Converso sobre a vida até com meu alter-ego. Na realidade, acho que este blog é uma extensão do meu alter-ego. É feito por mim, para mim - ainda que o meu objetivo não seja torná-lo um "Querido Diário".
A vida é ex-tra-or-di-ná-ria, não é mesmo? É impressionante como ela rodeia, brinca, irrita, faz graça. Chego a acreditar que qualquer esforço que façamos pelo equilíbrio é mais um motivo de chacota para a vida. Ela muda o estado de espírito de qualquer um, seja para o bem, seja para o nem-tão-bem-assim.
Claro que acredito que isso dependa da forma como enxergamos a vida, também. Quanto mais valor damos a ela, mais somos afetados e bombardeados com suas provocações. E, talvez, em um dia, possamos ver essas tais provocações como positivas, enquanto noutro não vão nos passar de meras bobagens, catástrofes e afins.
De qualquer forma, é impressionante como ela brinca conosco. Na nossa vida ou na vida alheia. Ela nos encanta com crianças nascendo, filhotes de animais aprendendo a andar e sorrisos de pessoas que acreditamos não terem motivos para sorrir. Mas ela também nos envergonha com a ganância dos homens, com um crime violento passando na TV e a superficialidade do agora. É o "sacode" que a vida nos dá para decidirmos rápido se iremos viver ou apenas existir.
Existir é triste. Viva, criatura! Nada mais do que justo viver. Ainda tem gente que cisma em existir. Fala que a vida o obriga a isso, porque tem um dia-a-dia agitado, sem tempo para nada, sempre a "mesma mesmice"... O cotidiano é uma espécie de cadeia que te tranca atrás das grades da existência eterna e, como se não bastasse, da infelicidade e insatisfação?
Viver é bom. Seja grato por isso e apenas viva.
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